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Ano que acaba, palavras que ficam

Coletânea — 2026

Ano que acaba, palavras que ficam é uma coletânea que nasce do gesto de olhar para trás sem negar o que foi vivido. Entre encerramentos, silêncios, perdas, aprendizados e pequenas permanências, os textos reunidos aqui atravessam o fim como espaço de reflexão não apenas do calendário, mas de ciclos internos, relações, identidades e expectativas. Os contos, poemas e crônicas que compõem a obra exploram o que permanece depois que o ano termina: as palavras não ditas, as memórias que insistem, os afetos que mudaram de forma, as dores que ensinaram e os recomeços que ainda não sabem o próprio nome. Há textos que falam de despedidas necessárias, outros de rupturas abruptas, e também aqueles que revelam a delicadeza dos instantes comuns, aparentemente pequenos, mas decisivos.


A coletânea não propõe respostas fáceis nem finais redondos. Pelo contrário: ela acolhe a incompletude, o cansaço, a esperança tímida, a raiva contida e o desejo de seguir apesar de tudo. Cada texto funciona como um fragmento de tempo, um registro íntimo e coletivo de pessoas que atravessaram um ano e decidiram escrever para não deixar tudo se perder. Ano que acaba, palavras que ficam é, acima de tudo, um livro sobre permanência. Sobre aquilo que resiste ao esquecimento. Sobre escrever como forma de atravessar o fim e, talvez, preparar o próximo começo.

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Ano que acaba, palavras que ficam
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